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sábado, 30 de julho de 2011

Mulheres pagam caro pela crise econômica

A crise econômica na Europa vem afetando a classe trabalhadora como um todo, mas um dos setores mais prejudicados, como sempre, tem sido as mulheres.

O peso da crise vem recaindo sobre seus ombros, já que elas conformam a parte mais vulnerável da classe trabalhadora. Na Inglaterra, além dos cortes nos serviços púbicos, as mulheres estão sendo obrigadas a voltar correndo para o mercado de trabalho. O número de mulheres que têm recorrido à Agência de Empregos cresce a cada dia e os últimos gráficos publicados pelo Office for National Statistics (agência oficial de estatística) mostram que o número de mulheres à procura de emprego cresceu pelo décimo segundo mês consecutivo. (The Guardian, 13/7/2011)
Um analista desatento poderá arriscar a dizer que isso é um bom sinal, já que as mulheres sempre são maioria entre os desempregados. Nada mais longe da verdade. Nesse movimento de “volta” ao mercado de trabalho, as mulheres só estão encontrando pela frente problemas e mais problemas. Na Inglaterra, dois terços da força de trabalho nos setores públicos, sobretudo saúde e educação, é feminina; e esses são justamente os setores da economia inglesa mais afetados pela política de austeridade lançada pelo governo este ano. Por isso, não é nenhuma surpresa que as mulheres que já estão empregadas nesses setores estejam sendo duramente atingidas pelos ataques do governo nos salários e empregos.

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