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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

CHILE: as vítimas da ditadura de Pinochet

Informe que registra as mais de 40 mil vítimas dos crimes da
ditadura de Pinochet, no Chile, é recibido pelo Presidente Piñera.


Santiago, 18 ago (Telesur).- El Presidente de Chile, Sebastián Piñera, recibió la segunda versión del informe de la Comisión Valech sobre la crímenes de la dictadura de Augusto Pinochet, que eleva a más de 40 mil las víctimas de ese régimen, entre ellas tres mil 225 muertos o desaparecidos.

El documento entregado este jueves por la Comisión Valech en el Palacio de la Moneda (Santiago), actualiza otro informe de 2004, que acreditó nueve mil 800 nuevas víctimas de torturas y prisión política, que se suman a las 27 mil 255 reportadas inicialmente, y 30 nuevos casos de desaparecidos y ejecutados, que se agregan a los tres mil 195 certificados oficialmente.

De esta manera, el total de víctimas oficiales entre ejecutados, desaparecidos y torturados durante los 17 años que se extendió la dictadura de Pinochet (1973-1990) subió a 40 mil 280, aunque entre las agrupaciones de víctimas se estima que la cifra puede superar los 100 mil.
Para acesso à matéria por inteiro, clique ENFOQUE365.

UNASUL: O que é?

Unasul (União das Nações Sul-Americanas) é uma comunidade formada por doze países sul-americanos. Fazem parte da Unasul os seguintes países: Argentina, Brasil, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Chile, Guiana, Suriname e Venezuela. Panamá e México participam como membros observadores e poderão, futuramente, integrar a comunidade.
 
História


Em 8 de dezembro de 2004, na cidade de Cusco (Peru) foi realizada a 3ª Reunião de Presidentes da América do Sul. Nesta ocasião, foi redigido um documento (Declaração de Cuzco) que criou as bases para a Unasul. O projeto criado nesta oportunidade ganhou o nome de Casa (Comunidade Sul-Americana de Nações). Em 2007, durante a 1ª Reunião Energética da América do Sul (realizada na Venezuela), o nome foi modificado para Unasul.



Objetivos


O objetivo principal da Unasul é propiciar a integração entre os países da América do Sul. Esta integração ocorrerá nas áreas econômica, social e política. Dentro deste objetivo, espera-se uma coordenação e cooperação maior nos segmentos de educação, cultura, infra-estrutura, energia, ciências e finanças. 


Tratado de Criação


Em 23 de maio de 2008, em Brasília, representantes dos doze países assinaram um tratado para a criação da Unasul. Com este tratado, a Unasul passa a ser um organismo internacional, deixando a fase de debates para entrar na criação prática de medidas. Este tratado ainda precisa ser ratificado pelos congressos dos países membros.


Dados Econômicos e Sociais da Unasul

- Área: 17.715.335 km2
- PIB (Produto Interno Bruto): US$ 7,94 trilhões (estimativa 2008)
- PIB per Capita: US$ 14.199
- População: 386,5 milhões de habitantes (estimativa 2008)

Organização (de acordo com o Tratado)
A Unasul terá três órgãos deliberativos: Conselho de Chefes de Estado e de Governo, Conselho de Ministros de Relações Exteriores e Conselho de Delegados.
As reuniões de chefes de estados e de governo da Unasul ocorrerão uma vez por ano. Os encontros do Conselho de Ministros de Relações Exteriores ocorrerão semestralmente.

Marx estava certo!


Nouriel Roubini: “Karl Marx estava certo

Joseph Lazzaro - The International Business Time

Na avaliação de Nouriel Roubini, professor de economia na Universidade de Nova York, a não ser que haja outra etapa de massivo incentivo fiscal ou uma reestruturação da dívida universal, o capitalismo continuará a experimentar uma crise, dado o seu defeito sistêmico identificado primeiramente por Karl Marx há mais de um século. Roubini, que há quatro anos previu a crise financeira global diz que uma das críticas ao capitalismo feitas por Marx está se provando verdadeira na atual crise financeira global.

Há um velho axioma que diz que “sábia é a pessoa que aprecia a sinceridade quase tanto como as boas notícias”, e com ele como guia, situa decididamente o futuro na categoria da sinceridade.
O professor de economia da Universidade de Nova York, doutor Nouriel “Dr. Catástrofe” Roubini disse que, a não ser que haja outra etapa de massivo incentivo fiscal ou uma reestruturação da dívida universal, o capitalismo continuará a experimentar uma crise, dado o seu defeito sistêmico identificado primeiramente pelo economista Karl Marx há mais de um século.
Roubini, que há quatro anos previu acuradamente a crise financeira global disse que uma das críticas ao capitalismo feitas por Marx está se provando verdadeira na atual crise financeira global.

Fonte: IBITIMES

EUA e Europa previsões de crescimento rebaixadas

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Entrevista a Chico de Oliveira: a crise nos EUA


"É a primeira crise que nasceu na periferia", diz Francisco de Oliveira


CLAUDIA ANTUNES
Folha 18/08/2011 - 03h30

A crise econômica nos EUA e na Europa foi provocada pela "revolução" que China e Índia imprimiram ao capitalismo, provocando uma mudança na estrutura do poder econômico "sem paralelo na história", afirma o sociólogo Francisco de Oliveira, professor emérito da USP. "É a primeira crise que nasceu na periferia."
Segundo ele, não há muito o que o governo brasileiro possa fazer para conter seus efeitos perigosos, como a valorização da moeda nacional. "É como colocar água em cesto", afirma o acadêmico marxista que foi um dos fundadores do PT, do qual se afastou no início do governo Lula.
FOLHA - Como o sr. analisa o estágio atual da crise econômica nos EUA e na Europa?
FRANCISCO DE OLIVEIRA - Esta crise é a primeira que não nasceu no centro, nasceu na periferia. Daí a dificuldade de tratá-la. Ela nasceu da revolução que a China e a Índia imprimiram ao capitalismo. Esses países colocaram no mercado uma força de trabalho que o Ocidente em toda a sua história não conseguiu botar. É uma revolução extraordinária. Como no filme "Melancolia" [de Lars von Trier], é como se viesse outro planeta e explodisse a Terra.
Essa mão de obra começou a competir com a do centro?
Compete, e tente você produzir tecidos no Brasil. Não consegue.
Muitos economistas dizem que a bolha de crédito que explodiu em 2008 veio da estagnação da renda dos trabalhadores. O crédito foi para que continuassem a consumir.
O crédito dado por quem? Pela China. A China empurra trilhões na economia americana. O Fed (banco central) tem que emprestar aquilo. Passa para o sistema bancário americano, o sistema bancário foi reduzindo as taxas de juros, e sucateando o crédito. Como a renda de fato não cresce, na verdade caiu na última década, você tem um problema clássico de realização de valor [quando o baixo consumo reduz o lucro obtido com a produção]. Estão jogando dinheiro nos EUA porque do contrário liquida tudo, mas a origem da crise é asiática, não é americana.
Então não tem solução para ela?
Não tem, mas vão continuar jogando dinheiro, apagando fogo com gasolina.
Há um debate sobre se a crise assinala a decadência dos EUA como centro capitalista. Qual a sua opinião?
Não assinala a decadência como centro, mas é uma enorme novidade histórica. A China não tem nenhum interesse em torrar os EUA. Eles têm o dinheirinho deles lá. Quem são os maiores aplicadores em bônus do Tesouro americano? Primeiro a China, com um volume extraordinário [US$ 2 trilhões], depois a Índia e depois o Brasil.
Os chineses não têm interesse em entrar em uma guerra comercial ou financeira com os EUA. Se os EUA entrarem em colapso, vai todo mundo. A solução financeira é para não deixar quebrar, mas a raiz dela é uma mudança na estrutura do poder econômico mundial que é sem paralelo na história.
Essa mudança ainda não tem correspondente em outras formas de poder?
Nem no poder político nem no militar. A China é um anão militar, embora esteja acelerando. E também não tem poder político. A época do expansionismo chinês, que deu origem ao PC do B no Brasil, por exemplo, acabou.
Mas a China acabou com os antigos paradigmas, não?
Eles contribuem para quebrar paradigmas, mas não têm um novo modelo. Vai haver, mas o desenho ainda está se formatando. Os chineses têm um relevo extraordinário aí, mas ninguém sabe o que é.
E como o Brasil fica nessa situação?
Não vai acontecer nada demais. Vão ser períodos mornos, dependendo desse arranjo que está se formatando.
O sr. não prevê um bang, uma explosão?
Não, se tiver é uma surpresa extraordinária. É uma coisa que vai ter surtos de crescimento, depois retrai, modera. O dramático é que o governo brasileiro fica quase sem ter o que fazer.
As últimas medidas contra a valorização do câmbio são um placebo?
Placebo. Apesar do esforço da Dilma, não tem o que fazer na economia. Qualquer esforço aí é jogar água em cesto.
Não tem meios de frear essa enxurrada de dólares?
Não. O Brasil fica se vangloriando de ter US$ 300 bilhões em reservas. Isso é uma bobagem. Num dia os EUA derretem isso. É briga de cachorro grande. Nós já passamos do nível de basset, agora somos um perdigueiro, por aí. Não chegamos a doberman não.

Charge - Londres: Quem saqueia mais?


Garcia Lorca


- Cubadebate - http://www.cubadebate.cu -

75 años sin Federico García Lorca
Publicado el 17 Agosto 2011

Federico García Lorca
La fecha exacta del fusilamiento del poeta español Federico García Lorca no ha sido precisada: las versiones apuntan  que fue en una madrugada entre el 17 y 19 de agosto de 1936.
Historiadores e investigadores no descansan en su afán por conocer qué sucedió en las últimas horas de uno de los escritores más relevantes de la lengua española cuando se cumplen 75 años de su trágica desaparición.
Pero para hablar sobre el fin de Lorca es preciso retroceder las páginas y comenzar por el principio de su historia.
Hijo del hacendado Federico García Rodríguez y de la maestra Vicenta Lorca, el poeta nació el 5 de junio de 1898 en el pueblo andaluz de Fuente Vaqueros, en Granada. Su familia se mudó a la capital  de la provincia cuando tenía 11 años.
De pequeño fue la música y no las letras lo que despertó su talante artístico. Tomó clases de piano y no fue hasta 1918, después de una travesía por España con sus compañeros de la Universidad de Granada, cuando publicó su primer libro de prosa “Impresiones y paisajes”.

La maleta llena

A partir de 1919, Lorca hizo un recorrido que lo llevó por varias ciudades del mundo y que,  sin duda,  sirvió para enriquecer su obra.
El primer destino fue Madrid, en donde habitó la Residencia de Estudiantes, el principal centro cultural español de la época y en donde entabló amistad con otros genios de las artes como el cineasta Luis Buñuel y el pintor  Salvador Dalí, entre otros.
En Estados Unidos, donde vivió entre junio de 1929 y marzo de 1930, el mundo se ensanchó para Lorca quien calificó la experiencia como “una de las más útiles” de su vida. Su estancia le llevó a escribir “Poeta en Nueva York”, uno de sus libros más trascendentales y que fue publicado cuatro años después de su muerte.
El enriquecimiento cultural del poeta continuó en La Habana, Cuba,  donde se residenció por tres meses.
A su regreso a España en octubre de 1934, además de encaminar sus esfuerzos para renovar el teatro español con el grupo de origen universitario La Barraca (creado en 1932), Lorca se acercaba a su destino: ser detenido y fusilado.

Nada se sabe

Con certeza se sabe que después del 17 de julio de 1936, cuando estalló le sublevación militar de Franco contra la República, Lorca decidió buscar refugio en la casa de la familia Rosales, en Granada.
También hay consenso en que allí fue detenido, en el número 1 de la calle Ángulo, pero son  diversas las versiones sobre el operativo.
Según Ian Gibson, el mayor biógrafo de Lorca, “fue una detención de gran envergadura en la que se rodeó la casa con guardias y policías”.
Mientras que en el libro “Lorca, el último paseo”, del investigador Gabriel Pozo, la actriz Emma Penella, hija de Ramón Ruiz Alonso, quien dirigió el arresto, aseguró que su padre “no sacó a Lorca de la casa de los Rosales, sino que  fue entregado por el hijo mayor de éstos y se lo llevaron al Gobierno Civil, sin esposar”.
Manuel Castilla, supuesto enterrador de Lorca,  dijo que la fosa del poeta se encontraba en  lo que hoy se conoce como Parque Federico García Lorca de Alfacar. En 2009, un grupo de arqueólogos realizó excavaciones en la zona y concluyó que no había ninguna evidencia de que allí se hubiese realizado el entierro.
Mientras esto sucede,  el misterio que ronda las últimas horas de uno de los poetas más importantes de habla hispana sigue vivo, así como sus inmortales versos.

Sin interés

Laura García, sobrina del poeta Federico García Lorca y presidenta  de la fundación que lleva su nombre, dejó claro  que a la familia no  le interesa encontrar sus restos, porque consideran que las exhumaciones tienen un tinte mediático. Añadió que aunque no desean hacer las excavaciones no significa que quieran olvidar.
Estados Unidos en decadencia

Es un tema común que Estados Unidos, que apenas hace unos años era visto como un coloso que recorrería el mundo con un poder sin paralelo y un atractivo sin igual (...) está en decadencia, enfrentado fatalmente a la perspectiva de su deterioro definitivo, señala Giacomo Chiozza en el número actual de Political Science Quarterly.


La creencia en este tema, efectivamente, está muy difundida. Y con cierta razón, si bien habría que hacer cierto número de precisiones. Para empezar, la decadencia ha sido constante desde el punto culminante del poderío de Estados Unidos, luego de la Segunda Guerra Mundial, y el notable triunfalismo de los años 90, después de la guerra del Golfo, fue básicamente un autoengaño.

Otro tema común, al menos entre quienes no se ciegan deliberadamente, es que la decadencia de Estados Unidos, en gran medida, es autoinfligida. 
La ópera bufa que vimos este verano en Washington, que disgustó al país y dejó perplejo al mundo, podría no tener parangón en los anales de la democracia parlamentaria.

El espectáculo incluso está llegando a asustar a los patrocinadores de esta parodia. Ahora, al poder corporativo le preocupa que los extremistas que ayudó a poner en el Congreso de hecho derriben el edificio del que dependen su propia riqueza y sus privilegios, el poderoso estado-niñera que atiende a sus intereses.
Para acesso à matéria completa, clicar La Jornada.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

As corporações transnacionais e as condições de trabalho em El Salvador


A Organização Mujeres Transformando, de El Salvador, denuncia as condições de trabalho em pesquisa acerca da Maquila (fábrica têxtil no país), Ocean Sky, Adidas, Reebok y Puma.

La investigación realizada por Mujeres Transformando, de El Salvador, documenta cómo a las trabajadoras se les niegan sus derechos, se les paga salarios muy bajos y están atrapadas en la pobreza. En la maquila Ocean Sky se les paga sólo 8 céntimos por cada camiseta de la Liga Nacional de Fútbol Americano que cosen, lo que significa menos del 1% de la venta de las camisetas, que es de 25 dólares.
Además de las malas condiciones laborales, las trabajadores sufren maltrato y acoso laboral, siendo constantemente humilladas por los supervisores. De hecho, las casi 1.500 mujeres trabajadoras de Ocean Sky trabajan encerradas, rodeadas de alambre de púas y vigiladas por guardias armados con escopetas. Y lo que es más, seis trabajadoras fueron despedidas por alertar a sus compañeras de que el agua para beber de la fábrica está sucia y contaminada.
Montserrat Arévalo, directora de Mujeres Transformando, de El Salvador, ha estado presentando todos los resultados de la investigación y sensibilizando a las personas consumidoras por Alemania. Allí unieron fuerzas con la Iniciativa Cristiana Romero (ICR), que tiene una importante campaña de presión y denuncia contra Adidas y Reebok.
Como resultado, se consiguió que Ocean Sky anunciara que iban a cambiar ciertas condiciones de la maquila, pero los bajos salarios, el maltrato y acoso laboral y las horas extras obligatorias se mantienen. Por lo que, la lucha continúa con nuevas investigaciones y una posible reunión con el gerente de Ocean Sky.
Para acesso à matéria por completo, clique ROPALIMPIA

Governo da Bahia a serviço do grande capital: Azaleia terá R$ 64 milhões para continuar na Bahia


Governo da Bahia, através do Banco do Nordeste (BNB), conseguiu financiamento para ampliar a escala de produção da empresa e reduzir custos

Luciana Rebouças | Redação CORREIOluciana.reboucas@redebahia.com.br
Após demitir funcionários e até mesmo ameaçar sair da Bahia, a fábrica de calçados da Vulcabras/Azaleia, em Itapetinga, a 580 quilômetros de Salvador, recebeu ontem uma boa notícia.
O governo da Bahia, através do Banco do Nordeste (BNB), conseguiu um financiamento de R$ 64 milhões para ampliar a escala de produção da empresa e reduzir custos. Segundo o secretário do Comércio, Indústria e Mineração (SICM), James Correia, a empresa já voltou até a contratar os funcionários que vinha demitindo desde fevereiro. Foram cerca de 3 mil empregados.
“Eles precisam aumentar muito a escala de produção para ficar com um preço mais competitivo”, argumentou o secretário. Procurada pelo CORREIO, a assessoria de comunicação da Azaleia declarou que a direção da empresa não iria se pronunciar  sobre o assunto.
Correia comentou que, apesar do Brasil já ter tomado medidas para impedir que a entrada de calçados chineses “quebrem” a produção nacional, a China está praticando triangulação. Isso nada mais é do que enviar aos mercados estrangeiros os componentes para montar o sapato em outros países, ou seja, uma estratégia para driblar as medidas protecionistas.
O resultado é que uma fábrica como a Vulcabras/Azaleia já ameaçava deixar o estado e cerca de 18 mil funcionários sem emprego por causa desse cenário. “Estávamos muito preocupados com a situação da população de Itapetinga. Aqui era uma cidade que vivia da pecuária extensiva, que em uma fazenda emprega três pessoas. O que íamos fazer com toda essa gente que perdesse o emprego na fábrica?”, indagou João Carlos Moura, prefeito do município. Ele confirmou que a Vulcabras/Azaleia já iniciou as recontratações.
Brasil 

A notícia sobre a concessão do financiamento foi divulgada ontem pelo secretário Correia durante o pré-lançamento do Encontro de Comércio Exterior – Encomex, no Sebrae. Presente ao evento, Tatiana Lacerda Prazeres, secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, afirmou que o governo federal está tomando medidas para impedir que a China continue com as práticas de dumping, isto é, reduzindo preços até abaixo do custo para derrubar a concorrência e depois voltar ao preço anterior.
 “O governo  está atento às importações desleais. O Brasil é um dos principais países em medidas antidumping, com 79 em vigor e 45 investigações em curso”, comentou. Ela acrescentou que a  triangulação no setor de calçados também está sendo investigada, mas  esse trabalho pode durar até um ano. 
Para acesso à matéria completa, clicariBahia

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Deputado ruralista quer flexibilizar lei sobre trabalho escravo


O GLOBO                                                                                                                                      0811/2011
SÃO PAULO - Depois de reclamar da "falta de compreensão da sociedade urbana, sobretudo sobre a importância do produtor rural e da produção brasileira", o deputado Moreira Mendes (PPS-RO), presidente da Comissão de Agricultura da Câmara, defendeu nesta segunda-feira em São Paulo a flexibilização da legislação sobre o trabalho escravo e a revisão das normas para a criação de reservas ambientais, indígenas e quilombolas.
Em curto pronunciamento na abertura do 10º Congresso Brasileiro do Agronegócio - cujos objetivos oficiais são "trabalhar estrategicamente o tema da competitividade das cadeias produtivas com ênfase no tema da sustentabilidade" e "colocar em julgamento a capacidade de articulação do agronegócio com o governo e a sociedade", mas que quer definir ainda uma estratégia para que o Senado aprove o Código Florestal na forma que interessa ao setor - o ruralista Moreira Mendes argumentou que a legislação trabalhista para o campo deve ser tratada "de forma separada".
- Precisamos levar a discussão de uma nova legislação trabalhista para o campo, trazendo novas ideias, sem tirar direitos dos trabalhadores, mas que esse assunto, no que se refere ao trabalho rural, seja tratado de forma separada. Precisamos também enfrentar uma outra discussão que está aí, em vias de começar a levantar o debate no Congresso Nacional, a questão do trabalho escravo. Não que sejamos a favor do trabalho escravo, tem de ser combatido, mas tem de ter uma legislação clara, muito clara, e absolutamente transparente, que não dê a possibilidade de interpretação por quem quer que seja.
Para o deputado de Rondônia, que é também coordenador da Frente Parlamentar da Agropecuária, segundo ele "a maior frente parlamentar do Congresso Nacional", a lei que trata do trabalho escravo dá muitos poderes a quem a interpreta.
- Da forma como está colocado hoje há possibilidade cada fiscal que estiver eventualmente ocupando a cadeira interpretar a seu modo a legislação. Isso precisa ser mudado, precisa deixar uma coisa clara para dar tranquilidade àquelas pessoas que trabalham no campo - defendeu.
Moreira Mendes também quer mudar as leis que criam reservas ecológicas, indígenas e de quilombolas, hoje, segundo ele, nas mãos de simples "funcionários públicos".
- Precisamos trazer de volta para o Congresso Nacional a responsabilidade da discussão da criação de novas terras indígenas, de unidades quilombolas e de unidades de conservação. Esse é um assunto que tem que ser discutido e debatido no Congresso Nacional e não pode ficar apenas na mão de um, de um... funcionário público da Funai, ou do Ibama. Esse assunto tem que ser discutido soberanamente no Congresso Nacional.
No pronunciamento de pouco mais de cinco minutos na abertura do congresso promovido pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Moreira Mendes classificou como "protelatório" o fato do projeto do novo Código Florestal ter sido levado à discussão em mais uma comissão no Senado, a Comissão de Ciência e Tecnologia.
- Constitucionalmente, é lógico, o Senado tem todo o direito e o dever de adequar e melhorar o texto, o seu conteúdo. Mas levar essa discussão para a Comissão de Ciência e Tecnologia tem meramente um sentido protelatório, de levar uma discussão que está mais do que discutida no âmbito da Câmara dos Deputados e, principalmente, quando se fala em procurar incentivos econômicos, que não tem nada a ver com o texto do Código Florestal - disse.
Para o deputado, que se disse "muito preocupado" com os rumos do debate sobre o Código Florestal no Senado, a "guerra" ainda não está ganha:
- Nós vencemos a batalha da Câmara, mas ainda não vencemos a guerra do Código Florestal. Aquela organização e mobilização que foi tão importante na discussão da Câmara é preciso que seja levada também ao Senado.

Inglaterra ferve

Inglaterra: castiguem os ricos, não os desempregados

 Viv Smith - Socialist Worker/Sin Permiso

Os conservadores lançaram um ataque brutal às pessoas desempregadas para desviar as críticas dos verdadeiros parasitas: os ricos. Na semana passada, o governo anunciou que os desempregados que solicitam auxílio deverão realizar trabalhos não remunerados: caso se neguem a fazê-lo, perderão o subsídio. Os chefes e a imprensa da direita estão encantados. O Daily Mail anunciou com alegria: “Em uma nova ofensiva contra os parasitas sociais, os desempregados irresponsáveis terão que participar de um programa de trabalho exigente, estilo EUA, que incluirá a obrigação de realizar trabalhos de jardinagem, limpeza de lixo e outras tarefas manuais por apenas 1 libra a hora”.
O plano de emprego dos conservadores ataca os desempregados. O programa de mão de obra barata nos agride a todos. Os conservadores lançaram um ataque brutal às pessoas desempregadas para desviar as críticas dos verdadeiros parasitas: os ricos. Na semana passada, o governo anunciou que os desempregados que solicitam auxílio deverão realizar trabalhos não remunerados: caso se neguem a fazê-lo, perderão o subsídio. Os chefes e a imprensa da direita estão encantados. O Daily Mail anunciou com alegria: “Em uma nova ofensiva contra os parasitas sociais, os desempregados irresponsáveis terão que participar de um programa de trabalho exigente, estilo EUA, que incluirá a obrigação de realizar trabalhos de jardinagem, limpeza de lixo e outras tarefas manuais por apenas 1 libra a hora”.
Para ler a matéria na íntegra, clique AQUI.

Lula e seu "novo projeto social"

Lula cria novo instituto para projetos também na África e América Latina

Por Leila Suwwan (leila@sp.oglobo.com.br) | Agência O Globo
SÃO PAULO. Longe de holofotes e à portas fechadas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, formalizou hoje a criação do Instituto Lula, sua nova plataforma política, que tem como objetivo principal desenvolver projetos de cooperação e desenvolvimento com países da África e da América Latina. A entidade será financiada com recursos privados, mas poderá eventualmente fazer parcerias com entidades públicas no Brasil e no exterior.
A nova associação civil surge no lugar do antigo Instituto Cidadania e terá 38 associados, entre os quais estão dois ministros, Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e Celso Amorim (Defesa), e sete ex-ministros, Franklin Martins, Luiz Dulci, Marcio Thomaz Bastos, Miguel Jorge, Nilcéia Freire, Paulo Vannuchi e Walfrido Mares Guia. Também será colaborador o advogado Roberto Teixeira, amigo de Lula.
De acordo com sua assessoria, Lula abriu a reunião com uma brincadeira: "Se eu tivesse juízo não estaria criando este instituto, iria descansar! Mas fico pensando se é justo parar por aqui ou se devemos levar o acúmulo de experiência que adquirimos para ajudar outros lugares".
Apesar do instituto levar a experiência brasileira nos programas sociais de combate à pobreza e distribuição de renda, Lula sustentou que não se pode dialogar com outros países com "cartilha pronta" ou de forma "predatória".
- Lula disse que não pretende usar recursos públicos brasileiros. Ele foi bem claro - disse Luiz Dulci, um dos novos diretores do instituto.
De acordo com Paulo Okamotto, presidente do instituto, ainda não há orçamento para os projetos futuros, mas a captação será privada:
- A entidade irá se manter com contribuições de empresas que tenha sinergia com as nossas propostas. Serão apenas recursos privados. Optamos por não formar uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) para deixar isso claro.
Outros associados do instituto são a mulher de Lula, Marisa Letícia, sua assessora, Clara Ant, o presidente do PT, Rui Falcão, o presidente da CUT, Artur Henrique, o senador Lindberg Farias, e as intelectuais Maria Victória Benevides e Marilena Chauí. O tesoureiro do PT, João Vaccari, esteve no hotel onde a reunião foi realizada, mas negou fazer parte do novo instituto.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Movimento Passe Livre lança a campanha pela tarifa zero!


Entre janeiro e março, o Movimento Passe Livre ocupou, ao lado de outros grupos, as ruas de São Paulo exigindo a revogação do aumento na tarifa de ônibus. As mobilizações reuniram milhares de pessoas, enfrentaram brutal violência policial e, ainda que não tenham conseguido reverter o aumento, deram visibilidade à luta, colocando a discussão sobre transporte na pauta da cidade.
Por isso, entendemos que este é o momento para aprofundar o debate e avançar nas reinvindicações. Não dá mais para continuar apenas contestando cada aumento. É preciso mudar toda a lógica que organiza o transporte coletivo, tornando-o realmente público: eliminando a tarifa e retirando seu planejamento do controle das empresas privadas.
Com esse intuito, elaboramos um projeto de lei de iniciativa popular do Tarifa Zero (baseado no projeto de mesmo nome desenvolvido pelo ex-secretário de transportes Lúcio Gregori, em 1992). Para conseguir sua votação e, quem sabe, sua aprovação, precisaremos recolher assinaturas de 500 mil eleitores do município de São Paulo.
Ou seja, há uma longa campanha pela frente, e não poderemos fazê-la sozinhos. Por isso, chamamos todos a participar dessa luta, que não é só do MPL, mas de todos que acreditam na transformação da cidade e da sociedade. Convidamos também todos para participar do lançamento da campanha, que acontecerá na sala dos estudantes da Faculdade de Direito do Lgo. São Francisco, no dia 19, às 19h.
 
Outros vídeos das manifestações do começo do ano: 

Quem lucra com o dinheiro do nosso transporte?


[SP] População ocupa as ruas e o Terminal Pq Dom Pedro pela reduçãoda tarifa 

[SP] Unidos da Lona Preta - Pular a catraca: EU VOU!


Se você paga, não deveria! Porque transporte não é mercadoria!